Casos de COVID-19
  • USA 33,418,826
    USA
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  • India 21,892,676
    India
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  • France 5,747,214
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  • Spain 3,567,408
    Spain
    Confirmados: 3,567,408
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  • Argentina 3,118,134
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    Confirmados: 3,118,134
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  • Peru 1,839,465
    Peru
    Confirmados: 1,839,465
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    Recuperados: 1,720,665
    Óbitos: 63,519
  • Chile 1,235,778
    Chile
    Confirmados: 1,235,778
    Ativos: 38,337
    Recuperados: 1,170,437
    Óbitos: 27,004
  • Paraguay 294,233
    Paraguay
    Confirmados: 294,233
    Ativos: 44,344
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  • Uruguay 216,146
    Uruguay
    Confirmados: 216,146
    Ativos: 25,961
    Recuperados: 187,153
    Óbitos: 3,032
  • China 90,746
    China
    Confirmados: 90,746
    Ativos: 300
    Recuperados: 85,810
    Óbitos: 4,636
Notícias

A pesquisa vai analisar a evolução da infecção através da dinâmica de produção de anticorpos

Natália Tavares, pesquisadora da Fiocruz Bahia, é uma das coordenadoras do projeto.

Um estudo realizado por pesquisadores da Fiocruz Bahia vai analisar a evolução da infecção pelo novo coronavírus através da dinâmica da produção de anticorpos durante o curso da doença e da identificação do perfil de citocinas, que são moléculas envolvidas na indução das diferentes subclasses destes anticorpos. Além disso, os cientistas vão observar como as células de defesa reconhecem as proteínas do SARS-CoV-2.

A pesquisa teve início no final do mês de julho e pretende avaliar 300 pessoas no total. Os pacientes estão sendo selecionados a partir da parceria com o Hospital Ernesto Simões, durante a fase aguda da doença, e o Hospital Otávio Mangabeira, na fase convalescente, onde os pacientes terão retorno periódico no Centro Pós-Covid. Fazem parte do estudo aqueles que têm confirmação do diagnóstico de coronavírus através do exame RT-PCR ou quadro clínico fortemente suspeito da doença (tomografia de tórax sugestiva de pneumonia viral).

A pesquisadora da Fiocruz Bahia, Natalia Tavares, uma das coordenadoras da pesquisa, explica que, diante da emergência causada pela Covid-19, desvendar a duração e o papel da resposta imune é fundamental para o controle da pandemia e também para o desenvolvimento de uma vacina.

Estudar estes perfis de citocinas poderão trazer dados que serão aplicados como indicadores de prognóstico, indicando precocemente pacientes que podem evoluir para a forma grave da doença e auxiliando, dessa forma, o manejo clínico preventivo.

“Além disso, é fundamental identificar esses perfis na população local, uma vez que co-infecções com doenças endêmicas da nossa região podem causar alterações no perfil de resposta imune em comparação ao observado em outras populações”, acrescentou a pesquisadora.

Essas citocinas estimulam a produção de anticorpos da imunidade humoral, um tipo de resposta imune. Segundo a pesquisadora, no caso específico do SARS-CoV-2, muito tem se discutido sobre a capacidade de neutralização do vírus através dos anticorpos, mas o conhecimento sobre as demais funções da resposta dos anticorpos ainda é incipiente.

“Tratando especificamente da aplicação clínica na Covid-19, os indicadores de prognóstico são fundamentais para o manejo e cuidado precoces de pacientes que podem evoluir para o quadro grave da doença”, explicou Natália.