Casos de COVID-19
  • USA 50,149,325
    USA
    Confirmados: 50,149,325
    Ativos: 9,666,336
    Recuperados: 39,672,735
    Óbitos: 810,254
  • India 34,648,383
    India
    Confirmados: 34,648,383
    Ativos: 95,014
    Recuperados: 34,079,612
    Óbitos: 473,757
  • Brazil 22,147,476
    Brazil
    Confirmados: 22,147,476
    Ativos: 161,299
    Recuperados: 21,370,388
    Óbitos: 615,789
  • UK 10,515,239
    UK
    Confirmados: 10,515,239
    Ativos: 1,110,414
    Recuperados: 9,259,179
    Óbitos: 145,646
  • France 7,928,572
    France
    Confirmados: 7,928,572
    Ativos: 597,614
    Recuperados: 7,211,423
    Óbitos: 119,535
  • Argentina 5,343,153
    Argentina
    Confirmados: 5,343,153
    Ativos: 22,664
    Recuperados: 5,203,809
    Óbitos: 116,680
  • Spain 5,202,958
    Spain
    Confirmados: 5,202,958
    Ativos: 187,408
    Recuperados: 4,927,391
    Óbitos: 88,159
  • Italy 5,118,576
    Italy
    Confirmados: 5,118,576
    Ativos: 235,835
    Recuperados: 4,748,454
    Óbitos: 134,287
  • Peru 2,245,146
    Peru
    Confirmados: 2,245,146
    Ativos: 2,043,725
    Recuperados: ?
    Óbitos: 201,421
  • Chile 1,774,048
    Chile
    Confirmados: 1,774,048
    Ativos: 67,426
    Recuperados: 1,668,091
    Óbitos: 38,531
  • Paraguay 463,427
    Paraguay
    Confirmados: 463,427
    Ativos: 714
    Recuperados: 446,234
    Óbitos: 16,479
  • Uruguay 401,103
    Uruguay
    Confirmados: 401,103
    Ativos: 2,087
    Recuperados: 392,880
    Óbitos: 6,136
  • China 99,297
    China
    Confirmados: 99,297
    Ativos: 1,107
    Recuperados: 93,554
    Óbitos: 4,636
Notícias

Um dos objetivos é reconhecer precocemente o paciente com risco de evoluir para quadro grave

Um grupo de pesquisadores do Instituto Gonçalo Moniz (Fiocruz Bahia), com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa da Bahia (Fapesb) e do Programa Inova Fiocruz, analisa como o organismo lida com a infecção ocasionada pelo coronavírus. O objetivo do estudo é entender como é possível reconhecer precocemente o paciente que possui risco de evoluir para um quadro grave e possíveis estratégias para reverter este prognóstico.

À frente da pesquisa, Washington dos-Santos explica que para realizar o estudo a equipe vai pedir a autorização para fazer exames em órgãos de pessoas que foram a óbito devido à Covid-19. “Vamos fazer análises microscópicas, incluindo de microscopia eletrônica e dos genes, para identificar o que está sendo ativado e as substâncias químicas que o organismo produz no local”, disse o pesquisador.

O pesquisador Washington dos Santos lidera o estudo.

Washington ressalta que o interesse para desenvolver o estudo veio do anseio como médico de contribuir na busca por soluções empreendida pela Fiocruz para lidar com a pandemia. “Eu já liderava um grupo de pesquisa em patologia estrutural e molecular na Fiocruz, então já tínhamos o interesse em entender como ocorrem as modificações na morfologia dos órgãos atingidos por doenças”, disse ao destacar que outra vantagem deste trabalho é a formação de um grupo técnico capaz de atuar em diversas situações envolvendo o surgimento de novas doenças, como é o caso da Covid-19.

Ele também alega que são poucos os grupos de pesquisas que trabalham nesta linha específica, pois há dificuldades na coleta de amostras de órgãos internos de pacientes que morrem pela doença. “Temos três grupos no país inteiro fazendo trabalhos similares ao nosso, mas a especificidade do nosso projeto é a profundidade de análise de moléculas e genes em larga escala. Futuramente, esperamos formar uma rede de parceria e troca de conhecimentos com esses outros grupos de pesquisa”.

Segundo o pesquisador, com a realização desse projeto, espera-se criar subsídios para redirecionar tratamentos e monitorar a toxicidade por drogas ou sobre lesões ainda desconhecidas. “Durante a pandemia, criaremos na página do IGM-Fiocruz um observatório para informar, em tempo real, aos profissionais que atuam no tratamento e pesquisa sobre a Covid-19, a respeito de alterações encontradas na análise dos órgãos dos pacientes. O trabalho está em fase inicial e recentemente foi aprovado em editais da Fundação de Amparo à Pesquisa da Bahia (Fapesb) e do Programa Inova Fiocruz, ambos voltados para contemplar equipes com projetos relacionados ao coronavírus.

*Com informações da SECTI.