Casos de COVID-19
  • USA 33,418,826
    USA
    Confirmados: 33,418,826
    Ativos: 6,499,158
    Recuperados: 26,324,757
    Óbitos: 594,911
  • India 21,892,676
    India
    Confirmados: 21,892,676
    Ativos: 3,723,446
    Recuperados: 17,930,960
    Óbitos: 238,270
  • Brazil 15,087,360
    Brazil
    Confirmados: 15,087,360
    Ativos: 1,027,489
    Recuperados: 13,640,478
    Óbitos: 419,393
  • France 5,747,214
    France
    Confirmados: 5,747,214
    Ativos: 823,825
    Recuperados: 4,817,288
    Óbitos: 106,101
  • UK 4,431,043
    UK
    Confirmados: 4,431,043
    Ativos: 61,253
    Recuperados: 4,242,192
    Óbitos: 127,598
  • Italy 4,092,747
    Italy
    Confirmados: 4,092,747
    Ativos: 397,564
    Recuperados: 3,572,713
    Óbitos: 122,470
  • Spain 3,567,408
    Spain
    Confirmados: 3,567,408
    Ativos: 240,606
    Recuperados: 3,248,010
    Óbitos: 78,792
  • Argentina 3,118,134
    Argentina
    Confirmados: 3,118,134
    Ativos: 273,360
    Recuperados: 2,777,902
    Óbitos: 66,872
  • Peru 1,839,465
    Peru
    Confirmados: 1,839,465
    Ativos: 55,281
    Recuperados: 1,720,665
    Óbitos: 63,519
  • Chile 1,235,778
    Chile
    Confirmados: 1,235,778
    Ativos: 38,337
    Recuperados: 1,170,437
    Óbitos: 27,004
  • Paraguay 294,233
    Paraguay
    Confirmados: 294,233
    Ativos: 44,344
    Recuperados: 242,915
    Óbitos: 6,974
  • Uruguay 216,146
    Uruguay
    Confirmados: 216,146
    Ativos: 25,961
    Recuperados: 187,153
    Óbitos: 3,032
  • China 90,746
    China
    Confirmados: 90,746
    Ativos: 300
    Recuperados: 85,810
    Óbitos: 4,636
Notícias

Um dos objetivos é reconhecer precocemente o paciente com risco de evoluir para quadro grave

Um grupo de pesquisadores do Instituto Gonçalo Moniz (Fiocruz Bahia), com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa da Bahia (Fapesb) e do Programa Inova Fiocruz, analisa como o organismo lida com a infecção ocasionada pelo coronavírus. O objetivo do estudo é entender como é possível reconhecer precocemente o paciente que possui risco de evoluir para um quadro grave e possíveis estratégias para reverter este prognóstico.

À frente da pesquisa, Washington dos-Santos explica que para realizar o estudo a equipe vai pedir a autorização para fazer exames em órgãos de pessoas que foram a óbito devido à Covid-19. “Vamos fazer análises microscópicas, incluindo de microscopia eletrônica e dos genes, para identificar o que está sendo ativado e as substâncias químicas que o organismo produz no local”, disse o pesquisador.

O pesquisador Washington dos Santos lidera o estudo.

Washington ressalta que o interesse para desenvolver o estudo veio do anseio como médico de contribuir na busca por soluções empreendida pela Fiocruz para lidar com a pandemia. “Eu já liderava um grupo de pesquisa em patologia estrutural e molecular na Fiocruz, então já tínhamos o interesse em entender como ocorrem as modificações na morfologia dos órgãos atingidos por doenças”, disse ao destacar que outra vantagem deste trabalho é a formação de um grupo técnico capaz de atuar em diversas situações envolvendo o surgimento de novas doenças, como é o caso da Covid-19.

Ele também alega que são poucos os grupos de pesquisas que trabalham nesta linha específica, pois há dificuldades na coleta de amostras de órgãos internos de pacientes que morrem pela doença. “Temos três grupos no país inteiro fazendo trabalhos similares ao nosso, mas a especificidade do nosso projeto é a profundidade de análise de moléculas e genes em larga escala. Futuramente, esperamos formar uma rede de parceria e troca de conhecimentos com esses outros grupos de pesquisa”.

Segundo o pesquisador, com a realização desse projeto, espera-se criar subsídios para redirecionar tratamentos e monitorar a toxicidade por drogas ou sobre lesões ainda desconhecidas. “Durante a pandemia, criaremos na página do IGM-Fiocruz um observatório para informar, em tempo real, aos profissionais que atuam no tratamento e pesquisa sobre a Covid-19, a respeito de alterações encontradas na análise dos órgãos dos pacientes. O trabalho está em fase inicial e recentemente foi aprovado em editais da Fundação de Amparo à Pesquisa da Bahia (Fapesb) e do Programa Inova Fiocruz, ambos voltados para contemplar equipes com projetos relacionados ao coronavírus.

*Com informações da SECTI.