Casos de COVID-19
  • USA 13,131,045
    USA
    Confirmados: 13,131,045
    Ativos: 5,138,561
    Recuperados: 7,724,335
    Óbitos: 268,149
  • India 9,266,697
    India
    Confirmados: 9,266,697
    Ativos: 453,450
    Recuperados: 8,677,986
    Óbitos: 135,261
  • Brazil 6,166,898
    Brazil
    Confirmados: 6,166,898
    Ativos: 483,252
    Recuperados: 5,512,847
    Óbitos: 170,799
  • France 2,170,097
    France
    Confirmados: 2,170,097
    Ativos: 1,962,927
    Recuperados: 156,552
    Óbitos: 50,618
  • Spain 1,622,632
    Spain
    Confirmados: 1,622,632
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    Recuperados: ?
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  • UK 1,557,007
    UK
    Confirmados: 1,557,007
    Ativos: 1,500,474
    Recuperados: ?
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  • Italy 1,480,874
    Italy
    Confirmados: 1,480,874
    Ativos: 791,697
    Recuperados: 637,149
    Óbitos: 52,028
  • Argentina 1,390,388
    Argentina
    Confirmados: 1,390,388
    Ativos: 135,390
    Recuperados: 1,217,284
    Óbitos: 37,714
  • Peru 954,459
    Peru
    Confirmados: 954,459
    Ativos: 33,985
    Recuperados: 884,747
    Óbitos: 35,727
  • Chile 544,092
    Chile
    Confirmados: 544,092
    Ativos: 8,774
    Recuperados: 520,180
    Óbitos: 15,138
  • China 86,469
    China
    Confirmados: 86,469
    Ativos: 305
    Recuperados: 81,530
    Óbitos: 4,634
  • Paraguay 78,878
    Paraguay
    Confirmados: 78,878
    Ativos: 21,162
    Recuperados: 56,025
    Óbitos: 1,691
  • Uruguay 4,988
    Uruguay
    Confirmados: 4,988
    Ativos: 992
    Recuperados: 3,923
    Óbitos: 73
Notícias

Um dos objetivos é reconhecer precocemente o paciente com risco de evoluir para quadro grave

Um grupo de pesquisadores do Instituto Gonçalo Moniz (Fiocruz Bahia), com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa da Bahia (Fapesb) e do Programa Inova Fiocruz, analisa como o organismo lida com a infecção ocasionada pelo coronavírus. O objetivo do estudo é entender como é possível reconhecer precocemente o paciente que possui risco de evoluir para um quadro grave e possíveis estratégias para reverter este prognóstico.

À frente da pesquisa, Washington dos-Santos explica que para realizar o estudo a equipe vai pedir a autorização para fazer exames em órgãos de pessoas que foram a óbito devido à Covid-19. “Vamos fazer análises microscópicas, incluindo de microscopia eletrônica e dos genes, para identificar o que está sendo ativado e as substâncias químicas que o organismo produz no local”, disse o pesquisador.

O pesquisador Washington dos Santos lidera o estudo.

Washington ressalta que o interesse para desenvolver o estudo veio do anseio como médico de contribuir na busca por soluções empreendida pela Fiocruz para lidar com a pandemia. “Eu já liderava um grupo de pesquisa em patologia estrutural e molecular na Fiocruz, então já tínhamos o interesse em entender como ocorrem as modificações na morfologia dos órgãos atingidos por doenças”, disse ao destacar que outra vantagem deste trabalho é a formação de um grupo técnico capaz de atuar em diversas situações envolvendo o surgimento de novas doenças, como é o caso da Covid-19.

Ele também alega que são poucos os grupos de pesquisas que trabalham nesta linha específica, pois há dificuldades na coleta de amostras de órgãos internos de pacientes que morrem pela doença. “Temos três grupos no país inteiro fazendo trabalhos similares ao nosso, mas a especificidade do nosso projeto é a profundidade de análise de moléculas e genes em larga escala. Futuramente, esperamos formar uma rede de parceria e troca de conhecimentos com esses outros grupos de pesquisa”.

Segundo o pesquisador, com a realização desse projeto, espera-se criar subsídios para redirecionar tratamentos e monitorar a toxicidade por drogas ou sobre lesões ainda desconhecidas. “Durante a pandemia, criaremos na página do IGM-Fiocruz um observatório para informar, em tempo real, aos profissionais que atuam no tratamento e pesquisa sobre a Covid-19, a respeito de alterações encontradas na análise dos órgãos dos pacientes. O trabalho está em fase inicial e recentemente foi aprovado em editais da Fundação de Amparo à Pesquisa da Bahia (Fapesb) e do Programa Inova Fiocruz, ambos voltados para contemplar equipes com projetos relacionados ao coronavírus.

*Com informações da SECTI.