Casos de COVID-19
  • USA 35,745,024
    USA
    Confirmados: 35,745,024
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  • India 31,655,824
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    Confirmados: 31,655,824
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  • Brazil 19,917,855
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    Confirmados: 19,917,855
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  • France 6,127,019
    France
    Confirmados: 6,127,019
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  • UK 5,856,528
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    Confirmados: 5,856,528
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  • Argentina 4,929,764
    Argentina
    Confirmados: 4,929,764
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    Óbitos: 105,721
  • Spain 4,447,044
    Spain
    Confirmados: 4,447,044
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  • Italy 4,350,028
    Italy
    Confirmados: 4,350,028
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    Óbitos: 128,063
  • Peru 2,111,393
    Peru
    Confirmados: 2,111,393
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  • Chile 1,615,771
    Chile
    Confirmados: 1,615,771
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    Recuperados: 1,570,492
    Óbitos: 35,448
  • Paraguay 452,388
    Paraguay
    Confirmados: 452,388
    Ativos: 17,376
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    Óbitos: 14,981
  • Uruguay 381,517
    Uruguay
    Confirmados: 381,517
    Ativos: 2,072
    Recuperados: 373,481
    Óbitos: 5,964
  • China 93,005
    China
    Confirmados: 93,005
    Ativos: 1,022
    Recuperados: 87,347
    Óbitos: 4,636
Notícias

Estudo avalia se houve aumento de imunidade na população da capital

Um grupo de pesquisadores da Fiocruz Bahia vai realizar um estudo para identificar a presença de anticorpos específicos do Sars-CoV-2 em habitantes de diferentes bairros de Salvador. O objetivo é avaliar se houve aumento de imunidade na população em decorrência do aumento de casos positivos para a Covid-19, na capital. 

A pesquisadora da Fiocruz Bahia, Claudia Brodskyn, coordenadora do estudo.

O projeto foi aprovado no Edital Geração de Conhecimento – Enfrentamento da Pandemia e Pós-Pandemia Covid-19, do Programa Fiocruz de Fomento à Inovação (Inova Fiocruz), que  apoia propostas nas áreas definidas pela Fundação como prioritárias para a pandemia, visando acúmulo de conhecimento necessários ao entendimento da doença. A pesquisa será realizada em parceria com o pesquisador do Instituto de Saúde Coletiva, da Universidade Federal da Bahia (ISC/UFBA), e pesquisador visitante da Fiocruz Bahia, Federico Costa. 

A pesquisadora da Fiocruz Bahia e coordenadora do projeto, Cláudia Brodskyn, disse que a previsão é que as amostras de sangue comecem a ser coletadas até setembro, cerca de seis meses após a confirmação do primeiro caso na cidade, e, posteriormente, serão feitas coletas entre janeiro e fevereiro e julho e agosto de 2021. 

A coleta em três períodos distintos, inclusive em períodos posteriores ao início da pandemia, servirá para mostrar se os resultados que serão encontrados em Salvador serão semelhantes ou diferentes dos dados encontrados em estudos similares em outras regiões do país. “Acreditávamos que haveria um aumento de pessoas com sorologia positiva em tempos mais tardios de avaliação após a pandemia, mas outros estudos mostram o oposto, então essa observação em períodos distintos será importante dentro do projeto”, explica a pesquisadora.

Quatro bairros de Salvador irão fazer parte deste estudo: dois com maior vulnerabilidade econômica e dois com poder aquisitivo maior, para que seja realizada uma análise dos parâmetros socioeconômicos associados a Covid-19, através de aplicação de um questionário. Serão 250 pessoas por bairro, sendo 1 mil indivíduos por período, totalizando 3 mil indivíduos.

A imunidade para a Covid-19 ocorre quando o indivíduo é infectado e anticorpos neutralizantes são produzidos para combater esse vírus e impedindo que ele se torne novamente infectado caso tenha contato novamente com o Sars-CoV-2. Alguns estudos apontam que os anticorpos para esse vírus persistem na fase de recuperação até três meses após a exposição ao vírus. Após esse período, pode ocorrer uma diminuição significativa dos níveis de anticorpos.